quinta-feira, 28 de agosto de 2014

terça-feira, 26 de agosto de 2014

PAX ISRAELENSIS - ENGLISH VERSION

              Yasser Arafat died ill in a hospital in France in November 2004, after its HQ in Rammalah, in the West Bank, had been bombed several times by Israeli artillery. It is suspected that his death was caused by poisoning with polonium, although this fact has never been confirmed irrefutably. He was the leader of the PLO and the Fatah movement – which were created to struggle the absolutist Israel domination and to unite palestinians. Despite Palestine being a large region mentioned in the Bible and other books of ancient history and although two countries were mentioned when the creation of Israel was approved by the UN, it has never been recognized as an independent state. During the period of most intense militancy, Arafat was regarded as the number one enemy of Israel, only being accepted as the legitimate representative of the region by the late 90s, when he became president of the PNA (Palestinian National Authority). Even so, he died as an enemy and an immense diplomatic effort had to be put forward to make possible for him to travel to France for undelayable and urgent medical treatment, as Israel persisted in not allowing it. Israeli voicers stated several times that while Arafat and his group represented the Palestinian people, there would be no possible negotiation – always suggesting that the Palestinian people should boycott the PLO and Fatah and substitute them for more moderate representatives. At the time, Hamas was considered a more moderate group, being accepted as an interlocutor and possible substitute for the group of Arafat. Today, Hamas itself is considered the problem by Israel ...
 
               As noted, the real problem for Israel is the fact that palestinians chose leaders who want to claim their rights, require dignified and respectful treatment for them and demand that its people can live in peace and sovereignty in a territory that is not fractionated and occupied by Israel. The problem escalates if they support representatives that are able to kill or die for this – just as Israel is able to kill or die for what it sees as its right to security and sovereignty. Thus, as we can see, what Israel does not want and does not admit regarding palestinians is equal treatment and the possibility of giving back what they took by force. Israel wants unconditional peace, a peace imposed under armed coercion and without rights. Israel wants, above all, an unequal peace.
 
 

sábado, 16 de agosto de 2014

PAX ISRAELENSIS

             Yasser Arafat morreu doente em um hospital na França em novembro de 2004, após ter seu QG em Rammalah, na Cisjordânia, bombardeado diversas vezes pela artilharia israelense. Suspeita-se que sua morte tenha sido causada por envenenamento por polônio, embora tal fato nunca tenha sido confirmado de maneira incontestável. Era o líder da OLP e do Fatah, movimento que criou para lutar contra a dominação absoluta da Palestina por Israel. A Palestina, apesar de ser uma grande região citada na Bíblia e em outros livros de história antiga e de o plano de criação de Israel pela ONU prever a criação de dois países, nunca foi reconhecida como estado independente. Em sua época de militância mais intensa, Arafat era considerado o inimigo número um de Israel, só sendo aceito como legítimo representante da região e interlocutor político a partir do final da década de 90, quando tornou-se presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina). Assim mesmo, morreu como um inimigo e para que fosse autorizada sua saída da região para poder internar-se na França foi necessário um esforço diplomático imenso, já que Israel se obstinava em não deixá-lo viajar.  Dizia Israel que enquanto Arafat e seu grupo fossem os representantes do povo palestino, não haveria negociação possível, sendo necessário que o povo palestino boicotasse a OLP e Fatah em favor de outros representantes mais moderados. Na época, o Hamas era considerado mais moderado, sendo aceito como interlocutor e substituto ao grupo de Arafat. Hoje, o Hamas é considerado o problema por Israel ...
             Como se nota, o problema para Israel é os palestinos terem alguma liderança que queira reivindicar direitos, que exija tratamento digno e respeitoso, que imponha que seu povo possa viver com tranquilidade e soberania em um território que não esteja fracionado e espoliado por Israel. Maior problema ainda se eles apoiarem uma liderança que seja capaz de matar ou morrer por isso – tanto quanto Israel é capaz de matar ou morrer pelo que considera como seu direito à segurança e soberania. Então, como se nota, o que Israel não quer e não admite, com relação aos palestinos, é um tratamento igualitário e a possibilidade de abrir mão do que tomou à força. Israel quer uma paz incondicional, uma paz imposta sob coerção armada e sem direitos, uma ‘Pax Israelensis’. Israel quer, sobretudo, uma paz desigual.

TAVITO - RUA RAMALHETE

terça-feira, 5 de agosto de 2014

MÍSSEIS NÃO ESCOLHEM VÍTIMAS, MAS QUEM OS LANÇA SIM.

ISRAEL TEM A PIOR ARTILHARIA DO MUNDO, OU MATA CIVIS POR PURA TORPEZA MORAL? 

DANOS COLATERAIS PREMEDITADOS? A QUE PONTO CHEGAMOS ...

MASSACRE, EVICÇÃO EM MASSA, GENOCÍDIO: ISRAEL MATA POR TERRAS E PARA ANEXAR GAZA.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

PRA ONDE IRÃO AGORA OS GRAFITEIROS SUBVENCIONADOS?

ATÉ QUE FOI DIVERTIDO: MUITO ÓDIO INDUZIDO, PROTESTOS DIRIGIDOS, 'MURAIS QUE GRITAM' ...

(POR AGORA O PINTO SRC, O JACOB DO BANDOLIM DE MÁSCARA, O GURI QUE COME BOLA, O ÍNDIO AZUL E AS MIL CARRANCAS ESTÃO TEMPORARIAMENTE OBSOLETOS E DESEMPREGADOS! QUE FAZER??? :-) :§) :=))


TVS GOLPISTAS: APAGUE DE VEZ ESSA IDEIA!

PROMOÇÃO IMPERDÍVEL!