GOVERNO GOLPISTA NÃO!

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

A VOLTA DO BANQUEIRO

Pro Jornal O Globo, o 'queridinho da mídia' e banqueiro André Esteves - que pagou a lua de mel de Aécio Neves (PSDB) - seria amigo do PT ..

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

NEM TERROR E NEM GUERRA

NEM TERROR E NEM GUERRA
               Se equivoca bastante quem pensa que os atos de terror que têm ocorrido pelo mundo são manifestações isoladas de selvageria unilateral. Analisando a origem e os motivos declarados dos que os têm praticado – ainda que qualquer ato terrorista seja plenamente injustificável – nota-se que se trata de reações extremas e sequenciais, cujo suposto embasamento é um radicalismo fundamentalista, e que são tomadas por pessoas que, embora tendo nascido ou sido criadas dentro dela, estão à margem da sociedade ocidental, ou por pessoas originárias de países massacrados por essa sociedade e que buscam algum tipo de acerto de contas posterior com ela.
             Seria a conta tardia do colonialismo dos séculos passados, ou contas novas de um neocolonialismo que arma e financia facções para derrubar líderes populares por interesses geopolíticos e econômicos no mundo todo, em especial em países islâmicos? Ou seria o dito ‘choque de civilizações’ previsto por Samuel Huntington, que atribui unicamente às identidades culturais e religiosas o principal eixo de conflitos no mundo pós Guerra Fria? E, por falar nisso, quem decretou seu fim – já que tudo indica que ainda estamos vivendo tal ciclo – embora com outra arquitetura?
           Se minha análise não é de todo leviana, a solução para este conflito não seria mais guerra ou mais dominação pós ou neocolonial. E o chamado terror só serviria para realimentar ou dar justificativas – embora falsas, já que toda dominação e guerra também são plenamente injustificáveis – aos que acham que com mais guerra se resolveria o problema e que o mundo só estará seguro quando um dos lados for totalmente aniquilado. Mas de que lados estamos falando? Da indústria bélica ocidental e dos fanáticos que ela arma? Dos interesses comerciais e de poder ocidentais versus algum fundamentalismo cultural e religioso islâmico? Ou deveríamos, em vez de lados, falar do direito de cada povo existir e viver em paz com sua cultura, religião e riquezas?
P.S. Os meios jornalísticos ocidentais que cobriram os recentes ataques a civis no Ocidente se esqueceram de listar, também, todos os ataques a bomba e ocupações de países muçulmanos, com centenas de milhares de mortos. Alguma vida vale menos que as demais e algum motivo para matar é mais sagrado ou justificável que outros?  Eu penso que não ...


Flávio B.Prieto da Silva
Que la paix de Dieu puisse régner dans nos coeurs

قد سلام الله يسود في قلوبنا - May God's peace prevail in our hearts

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

PIADA DE MAU GOSTO

É SÉRIO, GALERA???  ALGUÉM, ME BELISCA!

Fonte: http://www.viomundo.com.br/denuncias/paulinho-da-forca-vira-reu-no-stf-mpf-acusa-o-deputado-de-crime-contra-o-sistema-financeiro-lavagem-de-dinheiro-e-formacao-de-quadrilha.html

RAZÕES ÉTICAS

ESSE É ÉTICO! ME LEMBRA ATÉ O PAULINHO DA FORÇA E O EDUARDO CUNHA! 

terça-feira, 3 de novembro de 2015

MARGINAL É QUEM NOS ATACA DESLEALMENTE

Quem cita o PT como sendo um partido de gente desonesta e até malfeitora ou 'da boquinha' não raciocina que, se isso fosse mesmo verdade, nada nos impediria de detonar o Moro, a Veja e até a Globo completamente - ou quem quer que nos ataque de forma desleal - e que estaríamos bem menos isolados. Detonar mesmo, usando os meios mais radicais, sórdidos ou violentos. Covardes e incapazes não somos, então, as únicas coisas que nos impedem de comprar delegados, procuradores e juízes e colocá-los no seu devido lugar pela truculência e/ou manipulação das forças institucionais e de promover perseguição e devassa contra quem nos ataca diariamente são, justamente, a ética e um republicanismo louvável - ainda que em muitos momentos isso nos deixe em situações delicadas e de aparente fragilidade. Nossa maior força, na realidade, está nisso. Não confundam civilidade com fraqueza. Não misturem uma aparente placidez e frieza com apatia ou abulia e, muito menos, com medo. E jamais acreditem nas supostas cisões contínuas que tentam nos atribuir para nos dividir de fato. Quem nos ataca é que não tem caráter e nem capacidade de exercer o respeito institucional e ao próximo.