GOVERNO GOLPISTA NÃO!

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

PRA SER BOM, TEM QUE VALER PRA TODOS!

"DURA LEX SED LEX"

VOZ DAS RUAS

- O ÁUDIO ESTÁ UM POUCO BAIXO ...

PROYECTO ESTADO MÍNIMO - CONGRESO CERRADO AL PUEBLO

VOTACIÓN DE LA PEC 55 - CONGRESO CERRADO AL PUEBLO 


(Fonte: AJ+ Español 
@ajplusespanol)

Conta verificada

LA CONTREDANSE

1 - LA CONTREDANSE - by William Hogarth
2 - Parlamentares brasileiros e seus convidados
    festejam previamente a aprovação da PEC 55
 

terça-feira, 29 de novembro de 2016

FIM DO ENSINO OBRIGATÓRIO DE ESPANHOL - DESMONTE DO MERCOSUL

TEMER DESFAZ COM OS PÉS TUDO O QUE LULA E DILMA FIZERAM COM CARINHO PELO CONTINENTE

MORO CENSURA PERGUNTAS DA DEFESA





Obs.: as 21 perguntas destacadas, dirigidas pela defesa de Eduardo Cunha (réu) a Michel Temer (testemunha voluntária), foram previamente censuradas pelo juiz Sérgio Moro (13 Vara Federal - Curitiba). 

Fonte: Viomundo >>> http://www.viomundo.com.br/denuncias/moro-proibe-cunha-de-inquirir-temer-sobre-petrobras-geddel-moreira-franco-veja-as-perguntas-permitidas-e-as-vetadas.html

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

DOS PASITOS PA'ATRÁS ...

O PROCESSO DE RECONVERSÃO FORÇADA À DIREITA DA AMÉRICA LATINA

Processo semelhante ao que ocorreu na América Latina nos anos 60, 70 e 80 se repete agora (como farsa?), com a volta do discurso conservador e a eclosão de governos de direita no continente, após pesadas campanhas para derrocar governos redistribuidores de renda e acesso aos bens sociais. Assim ocorreu na Argentina, com a eleição do opositor Maurício Macri, após duras campanhas nas quais se acusava veladamente o governo de Cristina Kirchner de ser autor ou co-autor da morte de um promotor de justiça (caso Nisman) e de numerosas marchas contra a inflação e supostas corrupções. Assim também ocorreu no Brasil, com a deposição ardilosa da presidenta legitimamente reeleita em 2014, Dilma Roussef, após numerosas marchas, batalhas judiciais, midiáticas e congressuais. Em ambos os casos, o capital e os meios de comunicação conservadores e hegemônicos tiveram participação decisiva em induzir a população e os detentores de cargos representativos e de controle institucional a se colocarem publicamente ou atuarem contra os governos progressistas de Cristina e Dilma. O método deu certo: o grupo político de Cristina não conseguiu eleger Scioli, candidato que se colocou como independente apesar de estar no mesmo espectro político que Cristina, e no Brasil pós-golpe, em recentes eleições municipais, a direita obteve vitória por larga margem, enquanto processos judiciais para tentar anular o golpe contra Dilma vão se arrastando sem perspectivas favoráveis no Judiciário cooptado. O caso Nisman e a algazarra sobre ‘crise’ foram parcialmente sepultados pela mídia (como seria de se esperar) e as marchas de direita anti-corrupção,  anti-inflação e anti-desemprego, tanto no Brasil quanto na Argentina, cessaram completamente – embora a corrupção, inflação e desemprego não tenham cessado e nem reduzido seu ritmo. A palavra ‘crise’, utilizada igualmente contra Cristina e Dilma (seja no sentido político ou econômico) deixou de ter a força negativa que tinha e passou a ser vista como fato corriqueiro pela mídia colaboracionista, ou mesmo como pretexto para medidas de austeridade fiscal e econômica. A retirada sumária de direitos e anúncios da venda de ativos importantes, aliados à manutenção das mazelas anteriormente criticadas, parece ter servido como um balde de água fria para a parcela da população que antes queria acreditar que uma simples mudança de governo lhes traria um país melhor e maiores perspectivas em suas vidas pessoais. E a estratégia da mídia de apoio a esses governos de dizer que agora tudo melhorara ou melhoraria em breve deixou de funcionar com a incapacidade dos mesmos em impedir o aparecimento de numerosos escândalos envolvendo pessoas de suas hostes e de controlar inflação, desemprego, desequilíbrios públicos e desvios. Na Venezuela, a oposição também logrou importante vitória ao conquistar 2/3 dos assentos da Assembleia Nacional, de onde passou a exercer uma oposição política ao governo Maduro – antes exercida na mídia, nas ruas e na guerra econômica (guarimbas, boicote econômico, desabastecimento). Também lá o binômio capital e mídia assume um papel preponderante na mobilização popular contra o governo, com campanhas permanentes para desestabilizar o governo popularmente eleito, mas sem obter o êxito desejado.
Em todos os casos acima, o aporte de recursos e de apoios de diversos tipos dos ‘institutos pela democracia’ e ‘livre-mercado’, uma miríade de organismos internacionais ligados a governos de países do centro do sistema político e econômico internacional como Estados Unidos e Alemanha. De volta aos anos 60, 70 e 80?

Flávio B. Prieto da Silva

Rio de Janeiro, novembro de 2016


terça-feira, 22 de novembro de 2016

É O TEU PÃO QUE ESTÃO CORTANDO - O DE HOJE E O DA(S) PRÓXIMA(S) DÉCADA(S)

ALÉM DE CORTAR INVESTIMENTOS E PROGRAMAS SOCIAIS, AMBOS PROPÕEM ARROCHAR SERVIDORES PÚBLICOS CIVIS, APOSENTADOS E PENSIONISTAS.

(Obs.: até aqui, são os servidores fluminenses, ou seja, do estado do RJ, que estão com a faca no pescoço. A ALERJ - Assembleia Legislativa do RJ - acaba de aprovar preliminarmente o congelamento de salários dos servidores estaduais até 2020, a pedido do governador Luiz Pézão/PMDB. Os servidores públicos federais e a população em geral também enfrentam ameaça de cortes e congelamento em seus salários e pensões, além dos cortes anunciados em investimentos sociais e venda apressada de ativos públicos - incluindo empresas públicas, pedaços da Petrobras e até campos de petróleo. Demissões em massa no Banco do Brasil são anunciadas, bem como o fechamento de agências) 

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

ACIMA DO TETO CONSTITUCIONAL

Subsídios dos ministros do STF alcançaram mais de 50 mil reais mensais em janeiro de 2016 - ou seja, a ministra Cármen Lúcia teria faltado com a verdade ...


(Fonte da tabela: Portal do STF
http://www.stf.jus.br/portal/remuneracao/listarRemuneracao.asp?periodo=012016&ano=2016&mes=01&folha=1 )



(Obs.: as folhas referentes ao 13º são as de Dezembro e Junho, quando são creditados os valores referentes a tal verba)

(Obs. 2: clique na imagem para ampliar)

Documentário: "Destruição a jato"



domingo, 13 de novembro de 2016

A CULPA NOSSA DE CADA DIA

No Brasil, sempre foi tradição culpar quem é assaltado ou estuprado por ter sido descuidado ou ter provocado a má sorte. No caso do assalto ao mandato de Dilma e do estupro à democracia, não há diferença - ainda que o golpe contra ela tenha sido anunciado no dia seguinte à sua segunda vitória eleitoral. Também já culpavam Lula, quando foi atacado pela mesma direita que apeou Dilma do poder, de ter se afastado dos movimentos sociais, o que não é totalmente verdadeiro já que seu governo, por seu intermédio ou de seus ministros e articuladores sociais, buscou incessantemente esse diálogo e propostas para incluir mais e mais a parcela da população com carências sociais e econômicas em diversos programas de governo.

Também culparam Lula, Dilma e o PT por suas alianças - como se fosse possível para um partido sem maioria no Congresso prescindir de aliados, sem contar com alternativas à esquerda que lhe estendessem a mão. De fato, tais alternativas, além de minoritárias nas casas legislativas, também torceram o nariz 'ab initio' e se declararam oposição a Lula e depois a Dilma, chegando a se associar à direita para acabar com a CPMF e em outros momentos, com discursos quase uníssonos na discussão da taxa básica de juros, inflação, corrupção e volume de gastos com amortizações da dívida pública.  

Faltou chamar os eleitores e o povo em geral à luta? Quem, dentre eles: os que assistiam ao campeonato local, os que liam os jornais e revistas convencionais, os que buscam apreender a realidade via TV, sites da mídia tradicional e rádio, os que vivem em 'baladas' e outros tipos de lazer despolitizado ... quais deles? Quantos viriam? E com que armas lutariam? A direita tem seus exércitos de 'coxinhas' que, incitados pela grande mídia e apoiados pela PM, como já vimos, se tornam hegemônicos nas ruas. Isso nos leva a outra crítica comum: teria faltado a Lula, Dilma e ao PT educarem politicamente o povo. Em 13 anos, a despeito de toda oposição, se eliminou a fome endêmica, foram dadas casas e eletricidade, tentou-se dar mais Saúde e Educação, inclusive básica - mas como educar politicamente quem sequer lia e que, após quase três décadas de promulgação da 'Constituição Cidadã', ainda não compreende bem como funciona o processo legislativo? Como se educa politicamente e de maneira satisfatória tamanha multidão, em pouco mais de uma década?

E as forças armadas, apoiariam o governo legitimamente eleito? Que parte delas? Será que colocariam seu pescoço pra fora, dessa vez, para garantir de fato a legalidade? E o empresariado, incluindo pequenos empresários urbanos e rurais que lucraram muito com políticas de desoneração e regularização fiscal, como se colocou nisso tudo: a favor do governo e da continuidade de políticas como a de componentes nacionais, simplificação tributária e compra de alimentos da merenda escolar da agricultura familiar, pelo governo? Ou contra ele? Ou ficaram 'nem contra e nem a favor', como sói acontecer nos golpes? 

Os movimentos sociais que juraram que tomariam as ruas e promoveriam o caos para os articuladores e beneficiários do golpe em câmera lenta, onde estão? Criaram mesmo o caos ou estão apenas tentando garantir seu espaço de representatividade a cada novo ataque certeiro dos golpistas contra nossos direitos e contra o país? A radicalidade anunciada foi mesmo exercida, ou ficou mais no discurso e em tentativas ainda não convincentes para a grande massa e para os próprios golpistas? O que pesa mais para o brasileiro médio: meia hora de libelo no Jornal Nacional (repetido depois por outras emissoras, jornais, rádios e revistas) contra algum petista, ou uma marcha com dez mil pessoas não transmitida? O que pesa mais: a reabilitação da seleção nacional de futebol em uma ou duas partidas, ou a perda gradual e contínua de direitos? 

Enquanto as respostas a essas questões acima não forem bem definidas e conhecidas, não se pode responder por qualquer tentativa malograda de dar um bom governo e um bom país a um povo que se omite ou que se recusa a olhar para a realidade de frente, com coragem, sem se deixar iludir por novelas, tele-noticiários e capas de jornais. Quem aceita um golpe com tanta facilidade e não busca informar-se melhor também poderia ser acusado de negligência, omissão ou cumplicidade ...

Flávio B. Prieto da Silva



P.S. A crise econômica mundial - que diziam ser um mero pretexto de Dilma para promover medidas pontuais de ajuste, embora consideradas excessivamente neoliberais por alguns - bate às nossas portas e de vários outros países com muito mais força e efeitos imensamente mais desastrosos, agora. 




quarta-feira, 2 de novembro de 2016

É GOLPE - A LUTA APENAS COMEÇOU!

Se engana quem diz 'Foi Golpe'. Um golpe não ocorre só no momento em que é dado e seus efeitos desastrosos podem perdurar por muito tempo, mesmo após o país regressar ao estado de direito - o que está longe de ocorrer no Brasil em que bandidos como Temer e Serra usurpam o poder e o exercem ilegitimamente, sempre para piorar a condição de vida da população brasileira, extirpando todos os seus direitos e entregando as riquezas nacionais de bandeja ao capital internacional e ao capital nacional associado. A luta contra o golpe é uma luta permanente e contínua, devendo prosseguir até que consigamos reaver o poder que foi outorgado a Dilma e ao PT pela via do voto e que se possam reverter seus efeitos nefastos.  Até lá, gritaremos 'Fora Temer' e 'Fora Golpistas'. Lutar contra o golpe significa não reconhecer um governo golpista e não aceitar de maneira conformista seus desmandos e arbítrio. Resistir é preciso! Ousar lutar, ousar vencer!